quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Sumam.
E depois de guerras ainda permanecem intactos
Olhem!
Os fugitivos do caos
Por tão banal
Esconderam.
Venham!
Fugitivos do sal
O sal do corpo
Do sangue
Parem!
Fugitivos da dor
Tão perdidos
Do fogo, do caos, do mal
Fujam!
Espíritos iludidos. Fugitivos.
[Talvez nem tudo que se crie seja para descobertas, talvez um inferno não mate assim com tanta pressa, mas sim com dor, gritos e choro. E pelo mal que me faço (in)compreendo o por que de tanto medo na solidão e no calor.]
– Entre mim e você; Palavras –
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
I
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
E como elas se localizam em você. Isso que te torna interessante. Saber como é seu próximo passo, saber como são seus atos; Não daqui pra frente, mas de agora.
E o adiante é o que vai te fazer sentido.
E mesmo que você não saiba o que acontecerá, eu sei que você saberá como se virar, e pensar como deixará sua boa impressão, sua paciência, compaixão e companhia, mesmo que “distante”.
É ruim ser distante.
Por mais inconveniente que pareça pra alguns...
Eu sei que em algo eu tenho sido bom.
E se assim não for que eu tenha o meu e o seu perdão.)
(MSA)
Sabe que depois de você ter sumido meus dias se modificaram, eu não tenho paciência e as pessoas ao meu redor sumiram por isso.
Era com você que eu me abria e
me fortalecia.
Parece que você me controla sem saber, e sem saber eu te deixo me controlar, e é assim que me devoro.
Usando a saudade, a falta e a incompetência de não ter te feito como queria minha imaginação.
Eu sou complicado e você é tão superior que me mantém na linha com frases destorcidas, mas que me fazem chorar no interior do meu templo.
Nesse templo que já vem se desmoronando a cada dia que você falta estão às memórias incompletas da forma que te imaginava.
Da forma poética que eu te imaginava você era um sonho interminável.
E nosso relacionamento seria impossível. Por ser um sonho real.
E meu templo virou ruínas, nas quais meu corpo rebelde vive.
E sonha o tempo todo com sua presença.
[Eu sim temo que ela suma, temo que eu desapareça, que todos os minutos sejam grossos, malvados, dolorosos, insanos... "Ela sumiu. Você não viu, passou bem perto, riu. Chorou e logo partiu."]
– Entre mim e você; Palavras –
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Por você tudo eu daria. Alegria.
Daria a vida que tenho, o último ar
Traria a imaginação, o meu último mar
Entregaria minha complicação, faria de ti meu par
Seria o seu tudo, seu lar
Vem ser minha...
Me tire da cama, antes que eu esqueça de acordar
Vem ser minha...
Me cubra com seu carinho, jogue meu medo pra lá
Vem ser minha... me amar
Alegria... eu daria
A ti, a mim... eu traria
O meu mar... eu daria
Meu ar... o último, não seria, se perto de ti
Meu par:
traga consigo meu lar.
[Eu acreditei tanto que conseguiria ela aqui perto de mim, Math.]
– Entre mim e você; Palavras –
