sábado, 25 de dezembro de 2010
– Entre mim e você; Palavras –
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Tem erro, também tem aceito...
Se não há tempo para realizar
Se existe noite, por que ela não pode ser usada para realizar?
Já cansei de acreditar que todas noites foram feitas para sonhar....
O sonho me iludi, e me iludo para acreditar
É meu erro, e eu aceito... Eu me iludo, e é assim que posso acertar.
Eu aceito esse acerto
Esperar. Eu esqueço esse conceito
Eu espero pelo erro mudando meus sonhos
Se hoje a noite vou sonhar... Não sei.
Se hoje vou realizar... Possível que não.
Tem erro em tudo que digo, faço e que deixo de fazer.
Também tem aceito no pedido que acertei em sonhar/esperar.
Tem paz, tem cura, tem braços, pernas, olhos...
Tem medos, tem dúvidas, incertezas, complicações...
Tem eu, tem ela... Tem erro, tem acerto...
ACEITO!
[Cheguei ao caos, aos labirintos, aos pensamentos ilegíveis, aos passos demorados. Cheguei aqui como quem sabe onde anda, como olhos que se atraem, como sempre quis... Cheguei por conta própria em caminhos desconhecidos, sem olhar quem ficava e quem voltava. Só fui, e fui... e vou.]
– Entre mim e você; Palavras –
domingo, 12 de dezembro de 2010
E de fato, eu acertei em relaxar e viver você a cada dia... Esquecendo que me faria mal alguns dias...
Eu achei que tinha acertado em apenas uma coisa, mas eu acertei em muitas...
Eu me acertei em você.
Se foi em apenas uma coisa foi dizer que amo estar com você.
[Surpresa!]
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
O que queria...
a valsa
o samba
A dança
o corpo
o aperto
Queria o braço
da valsa
do tango
O braço
a perna
o abraço
Queria o rosto
na valsa
no tango
O olho
no olho
do outro
Queria o beijo
como poesia
da valsa, do tango, do samba
A boca
na minha
da minha...
[O que mais queria é hoje o que menos tenho, o mais aceitável pra mim é substituir a ausência, esperar o complemento e sonhar com meu querer. Aos passos do mundo minha vida me limita à acreditar em dias melhores em que tudo que sou faz sentido direto com a existência da alegria alheia, sem o uso das terríveis invenções de bom-humor para ganhar atenção. Eu queria mesmo é não ser assim e te deixar me moldar.]
– Entre mim e você; Palavras –
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Azul da Cor do Mar
Tanto, tanto sofri por você, e hoje vou sofrer mais... Caramba, será um caos o dia que eu não poder olhar seus olhos. Poxa, porque não tomar jeito?
Um outro pedaço que se solta, mas esse volta, ele volta! Volta, rapaz...
Que dor... E de fato, dói, e dói.
Mas seu dia vai brilhar mais que hoje e ontem, mas seus dias irão brilhar. Experiência nova, ridícula, melhore!
Não dá, ainda estou indignado e sem saber com quem ou o que... São tantas coisas...
Vai passar...
[Aqui eu não usaria como fonte da minha vida, seria apenas fonte da minha poesia, a poesia que eu sempre sonhei ter, a poesia que eu choro e se escreve, a poesia que brilha e aparece... Aqui eu quero só ter meu espaço de criar. Mas esse hoje não é poesia apenas, é uma realidade triste, secreta e dolorosa mesmo. Vai passar....]
– Entre mim e você; Palavras –
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Dias sem Internet...
Eu queria ainda acompanhar cada passo dessa droga toda, queria até não perder nada por não tê-la, mas nem adiantou... A cada dia que passava um pedaço ficava pra trás e um incêndio se intensificava. Não quero nem falar de saudade, já doeu de mais.
Trocar tudo e mudar não diz nada e não ajuda nem um pouco...
Estando de volta e querendo "tirar uma mordida gloriosa do mundo inteiro".
E pensando em mudar...
Acho que não quero mais ter isso!!! - [Dúvida] -
[Entrando em estado de dúvida tudo é uma bomba, tudo pode ser um soco, só quero não fazer com que isso aqui se torne fútil e me faça um bobo. Pode ser mais difícil do que eu imaginava, pode ser mais criativo e mais emocionante, pode acontecer tudo, mas está com cara de enjôo.]
– Entre mim e você; Palavras –
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Música. Amor. Efeito. Poesia.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Por Aí Tão Perto
Encontrávamos as estrelas
Perdíamos os sentidos
E guardávamos os brilhos dos olhos
Tateava a lua e contava pra você
O que eu senti
E por todo o amor não me esqueceria
Que o universo seria pequeno perto de nós
As explosões das estrelas morrendo não brilhariam mais que nossos olhos
Quando no nosso abraço os olhos abrissem a brilhar
A brilhar as estrelas
Os olhos....
a brilhar
o olhar
O tempo a passar e nada a mudar
porque nada me faria perceber que haveria um fim.
Por milhões de anos
Até que a estrela mais próxima possa morrer e nos levar com seu brilho
[Quem te levará por esse caminho sou eu. Quem encontrará todo esse brilho, seja em estrelas, constelações, vias, ou quem sabe ruas... Eu encontrarei o caminho desse brilho e posso te levar comigo. Minha estrela, meu brilho, minha floresta, meu mundo e minha paz. Sei que ainda está por aqui, entre tudo meu.]
– Entre mim e você; Palavras –
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
O melhor que escrevi
Nem me preparei pra encontrar aquele desejo, aquela angústia, tristeza, amor, saudade. Como escrever quem não encontrei? E quem eu quero encontrar? – Um desejo amigo, uma conhecida angústia, e a tristeza que passa e acena, o amor nem me fale – que saudade.
Assim eu vou brincando de criar; vou criando minha brincadeira.
[E em um dia eu resolvi criar o 'Math'. Pra brincar, pra inventar, pra inspirar, pra incomodar... Pra mim.]
– Entre mim e você; Palavras –
domingo, 25 de julho de 2010
Passo o limite
O que interessava e o que me fazia ser gente
Me tornei tão superior
Que o limite ainda está longe de me alcançar
Por aqui ainda sigo
Mais só do que nunca
Até que venha o limite...
Até que venha.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Ainda é o mesmo
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A sensibilidade anda trancada
Trancada aqui...
Tão aqui que não me solta
Trancada aqui
entre mim, entre você; entre tantas minhas palavras.
[Não é só a sensibilidade. É o confronto, a cura, o medo, a dor, quem sabe o amor, as crenças, quem sabe a poesia ou o poema (não me permito chamar poeta), uns e outros conselhos, uns poucos desabafos, outros poucos desesperos... Sofrimento quem sabe. Aquelas histórias nem tão velhas, as lembranças, o cansaço e um EU que nem é apresentado, mas eu o conheço. Anda tudo aqui... tão aqui... VIVO.]
– Entre mim e você; Palavras –
sábado, 5 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Dessa vez só as boas...
Lembrei de um passado irresponsável, mas divertido, não havia medo e tudo era construído em meio gostosos passos brincados.
Fiz minha trajetória até hoje, lembrei das pessoas, do futebol, das mulheres... Lembrei tanto que esqueci de lembrar que tenho que viver preparado de hoje pra frente.
Memórias mais curtas me deixaram menos sorridente, mas não me tiraram alegria.
– É, eu entendi porque eu não queria sair daquele lugar, minha responsabilidade curta era estar um pouco amável e um sempre perto de você, e surtava por não entender o motivo de não te levar pra casa dali mesmo. Depois eu corri muito, briguei, surrei, fui elogiado... Não adiantou. Nada era assim tão real quanto estar ao seu lado.
Eu queria estar lá e nunca mais soltar a sua mão, eu queria voltar ao tempo e ver seus olhos procurando os meus, ouvir de novo que eu deveria sair, mas novamente eu insistiria em ficar, eu tinha mais alguns minutos pra olhar pra você e ouvir sua voz... e insistir antes que a chuva caísse e me fizesse sair de lá.
[Lembranças são momentos bons ou não que guardamos e permanecem intactos para que possamos voltar ao tempo e relembrar o tanto que aquele instante se tornou inesquecível. Se pode esquecer é porque se torna viável que não se relembre, é proteção contra choques. Sendo assim, todas lembranças são boas.]
– Entre mim e você; Palavras –
terça-feira, 11 de maio de 2010
"Arte" e Morte
Mesmo que só, retraída, demorada, (in)coerente, implícita...
Eu sou incompreensível, você incorrigível.
Minha arte não completa, não explica... Nem se vê, não se revela. Melhor se enxerga quem não pensa em ordens, prioridades, conceitos, bases.
Meu erro e meu acerto, tudo em um só lugar, guiando o mesmo e único caminho aceitável pela minha razão.
E mesmo que não se entenda, não se ocorra, não haja provas de que é "arte", provas de que não é "poesia", espero mesmo, então, que não haja.
Não seja uma "arte", seja morte, morte dos ideais afetivos, morte à vivência comunitária, a fonte de um conglomerado populacional de poluição organizada. Não quero mais meus planos, nem conviver mais uma vez em sua história, sabendo que um dia morreria por não entender quem se portou com maiores deslizes, acreditando que não há medos, porque há sim, crendo em verdades que meu espírito não soube cuidar e desfez delas. Implorar por verdades, mas chorar com a pura sinceridade. Sinceridade que em mim dói... Não, não me deixe mentir.
Não me deixe mentir.
[E gosto desse plano cortado pela imperfeição do meu conjunto individual, eu percebo a minha criação como fato de contentamento, abrigo em minha capa, alimento em minha casca, um ar seco e irrespirável corre como animais desvairados pelo medo do predador, porque há sim medo... De ser presa, de ser morto. Explodo minha arte para que seja a morte dos preceitos, conceitos, acertos e erros, para que seja apenas mais uma livre expressão de pensamento.]
– Entre mim e você; Palavras –
domingo, 9 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
– Entre mim e você; Palavras –
sábado, 24 de abril de 2010
...VERSOS eu.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Cansei de rir. E rir, cansei de chorar.
Em riso se embrulha
Sensibilidade quer chorar.
Sensibilidade quer entender.
Sensibilidade também chora.
Sensibilidade quer aparecer.
Cansei de rir.
Cresci tão cedo. Não aprendi
De tudo, guardo medo.
Envelheci rápido. Logo, cresci.
Cansei de rir. Não pude chorar
Eu pude rir... porque pude chorar
Cansei de rir. E de rir, cansei de chorar.
[Era belo, e belo ainda é. Se triste se foi guardo lembranças (as boas). Preso em parcialidade eu aviso que nada mudou em mim, eu aviso que o mundo eu não posso mudar, mas o meu pode... Hoje, amanhã.]
'[Pois tudo que me veste é tudo que ainda me faz mal. (Ele é um palhaço, hoje, tem um porque.)]'
– Entre mim e você; Palavras –
sexta-feira, 26 de março de 2010
Ele vai entender
E pouco mudar
E tudo cair
Ele vai ser, duvidar, entender, acreditar, crer, jurar, mudar, cair
E lá no final
Eles vão te fazer sorir
[Onde nada segue tão normal, tudo me distrai e nada, absolutamente nada, me troca essa cor que pinta meu rosto. Os tons claros e os tons escuros, os pontos longos e os curtos. O meu rosto ainda tem cor pra um dia você rir. O desejo do riso é tanto que pode tirar tudo, mas não mude esse infinitivo desejo de rir.]
– Entre mim e você; Palavras –
segunda-feira, 8 de março de 2010
Conversas de astros
A velocidade em que cruzam o céu negro, agora espero. /Importo/
Quando o céu acolheu minhas súplicas já se tornaram tardias as esperanças. Em que tudo se tornou pó, eu quis me tornar céu.
Enquanto tudo me tornava distante, eu quis me prender junto a...
Minha prisão caiu, e o céu também. Junto a mim.
O negro céu, fez por brilhar e fez por entender minha súplica.
O negro céu do pobre brilho me atendeu com seu fraco pisar, me ouviu, me leu, e como poucos encurtou o papo.
Abusado como poucos me questionou, me censurou e num abraço me apertou, me empurrou.
Subiu, então, mais pedidos... Que venham chuvas.
[E por dez, cem, mil, milhões... "turbilhões" de vezes eu quis encontrar meu passo e o compasso dessa música que hoje chamo VIVER. Ninguém encontra, sempre muda.]
– Entre mim e você; Palavras –
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Sumam.
E depois de guerras ainda permanecem intactos
Olhem!
Os fugitivos do caos
Por tão banal
Esconderam.
Venham!
Fugitivos do sal
O sal do corpo
Do sangue
Parem!
Fugitivos da dor
Tão perdidos
Do fogo, do caos, do mal
Fujam!
Espíritos iludidos. Fugitivos.
[Talvez nem tudo que se crie seja para descobertas, talvez um inferno não mate assim com tanta pressa, mas sim com dor, gritos e choro. E pelo mal que me faço (in)compreendo o por que de tanto medo na solidão e no calor.]
– Entre mim e você; Palavras –
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
I
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
E como elas se localizam em você. Isso que te torna interessante. Saber como é seu próximo passo, saber como são seus atos; Não daqui pra frente, mas de agora.
E o adiante é o que vai te fazer sentido.
E mesmo que você não saiba o que acontecerá, eu sei que você saberá como se virar, e pensar como deixará sua boa impressão, sua paciência, compaixão e companhia, mesmo que “distante”.
É ruim ser distante.
Por mais inconveniente que pareça pra alguns...
Eu sei que em algo eu tenho sido bom.
E se assim não for que eu tenha o meu e o seu perdão.)
(MSA)
Sabe que depois de você ter sumido meus dias se modificaram, eu não tenho paciência e as pessoas ao meu redor sumiram por isso.
Era com você que eu me abria e
me fortalecia.
Parece que você me controla sem saber, e sem saber eu te deixo me controlar, e é assim que me devoro.
Usando a saudade, a falta e a incompetência de não ter te feito como queria minha imaginação.
Eu sou complicado e você é tão superior que me mantém na linha com frases destorcidas, mas que me fazem chorar no interior do meu templo.
Nesse templo que já vem se desmoronando a cada dia que você falta estão às memórias incompletas da forma que te imaginava.
Da forma poética que eu te imaginava você era um sonho interminável.
E nosso relacionamento seria impossível. Por ser um sonho real.
E meu templo virou ruínas, nas quais meu corpo rebelde vive.
E sonha o tempo todo com sua presença.
[Eu sim temo que ela suma, temo que eu desapareça, que todos os minutos sejam grossos, malvados, dolorosos, insanos... "Ela sumiu. Você não viu, passou bem perto, riu. Chorou e logo partiu."]
– Entre mim e você; Palavras –
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Por você tudo eu daria. Alegria.
Daria a vida que tenho, o último ar
Traria a imaginação, o meu último mar
Entregaria minha complicação, faria de ti meu par
Seria o seu tudo, seu lar
Vem ser minha...
Me tire da cama, antes que eu esqueça de acordar
Vem ser minha...
Me cubra com seu carinho, jogue meu medo pra lá
Vem ser minha... me amar
Alegria... eu daria
A ti, a mim... eu traria
O meu mar... eu daria
Meu ar... o último, não seria, se perto de ti
Meu par:
traga consigo meu lar.
[Eu acreditei tanto que conseguiria ela aqui perto de mim, Math.]
– Entre mim e você; Palavras –
