[Por que acredito em mim? Por que a história que bolo para mim é um conteúdo conturbado de irritações, deixas, estouros... Por que acredito que posso resolver tudo? Os problemas são os mesmo de sempre... Não resolvo os meus, os dos outros me complica cada vez mais... A liberdade de infiltrar os outros não funciona mais, perdi meu conhecimento alheio. Por que acredito em mim? - Porque finjo estar tudo em ordem quando meu estômago embrulha por simples falsidade ou descrença de que alguém possa curar esse embrulho. Por que meu olho não quer fechar no meio dessa multidão? Eu não quero viver essa realidade. Eu quero sumir, eu só queria sumir um pouquinho... Viajar em uma estrada em que o brilho das pedras seja causado pelo meu sorriso. Eu tenho medo em imaginar de que não preciso, eu vejo em mim, um pouco de Narciso. Por que acredito em mim? Se as minhas conquistas são incompletas, se meu drama sou só eu quem vejo. Eu vejo que tem gente se preocupando comigo... Eu vejo que tenho medo de desconfiar que elas possam acreditar em mim... Não por eu mentir, por apenas confiarem, eu tenho medo de confiança, e confio tanto que meu desejo é entregue. Eu quero sumir, sumir só por um pouquinho... Sozinho? Aparentemente sim. Encontrar? Necessito de mais alguém. Vem?]
– Entre mim e você; Palavras –
sábado, 25 de dezembro de 2010
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