segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Azul da Cor do Mar

É nesse som que eu vou discutir as próximas desgraças que vem acontecendo. Enquanto uns choram, uns são obrigados a mentir, eu sou obrigado a chorar...

Tanto, tanto sofri por você, e hoje vou sofrer mais... Caramba, será um caos o dia que eu não poder olhar seus olhos. Poxa, porque não tomar jeito?

Um outro pedaço que se solta, mas esse volta, ele volta! Volta, rapaz...

Que dor... E de fato, dói, e dói.

Mas seu dia vai brilhar mais que hoje e ontem, mas seus dias irão brilhar. Experiência nova, ridícula, melhore!

Não dá, ainda estou indignado e sem saber com quem ou o que... São tantas coisas...

Vai passar...



[Aqui eu não usaria como fonte da minha vida, seria apenas fonte da minha poesia, a poesia que eu sempre sonhei ter, a poesia que eu choro e se escreve, a poesia que brilha e aparece... Aqui eu quero só ter meu espaço de criar. Mas esse hoje não é poesia apenas, é uma realidade triste, secreta e dolorosa mesmo. Vai passar....]






– Entre mim e você; Palavras –

Nenhum comentário:

Postar um comentário