A gente voava sobre as matas
Encontrávamos as estrelas
Perdíamos os sentidos
E guardávamos os brilhos dos olhos
Tateava a lua e contava pra você
O que eu senti
E por todo o amor não me esqueceria
Que o universo seria pequeno perto de nós
As explosões das estrelas morrendo não brilhariam mais que nossos olhos
Quando no nosso abraço os olhos abrissem a brilhar
A brilhar as estrelas
Os olhos....
a brilhar
o olhar
O tempo a passar e nada a mudar
porque nada me faria perceber que haveria um fim.
Por milhões de anos
Até que a estrela mais próxima possa morrer e nos levar com seu brilho
[Quem te levará por esse caminho sou eu. Quem encontrará todo esse brilho, seja em estrelas, constelações, vias, ou quem sabe ruas... Eu encontrarei o caminho desse brilho e posso te levar comigo. Minha estrela, meu brilho, minha floresta, meu mundo e minha paz. Sei que ainda está por aqui, entre tudo meu.]
– Entre mim e você; Palavras –
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
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