segunda-feira, 8 de março de 2010

Conversas de astros

Ao ponto mais alto, o atingível é agora meu desprezo. /Suporte/
A velocidade em que cruzam o céu negro, agora espero. /Importo/


Quando o céu acolheu minhas súplicas já se tornaram tardias as esperanças. Em que tudo se tornou pó, eu quis me tornar céu.
Enquanto tudo me tornava distante, eu quis me prender junto a...
Minha prisão caiu, e o céu também. Junto a mim.


O negro céu, fez por brilhar e fez por entender minha súplica.


O negro céu do pobre brilho me atendeu com seu fraco pisar, me ouviu, me leu, e como poucos encurtou o papo.
Abusado como poucos me questionou, me censurou e num abraço me apertou, me empurrou.




O céu caiu, e com ele, veio a chuva.
O céu calmo, pacífico, tardio e cansado franziu a testa e chorou a chuva.
A chuva rápida, agressiva, feroz e viva caiu do ponto mais alto ao canto mais empobrecido da minha prisão. Limpando o pó do céu negro.




Subiu, então, mais pedidos... Que venham chuvas.






[E por dez, cem, mil, milhões... "turbilhões" de vezes eu quis encontrar meu passo e o compasso dessa música que hoje chamo VIVER. Ninguém encontra, sempre muda.]






– Entre mim e você; Palavras –

Um comentário:

  1. =0 Estou atônita... Esse está nos meus favoritos agora! Ficou sem postar mas quando voltou, voltou com tudo! auahuhahu' Tá foda, Theus!

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