E o fim é cada vez mais próximo.
Ele aprendeu a mentir depois que já sabia fingir,
forjou sua escapatória e viveu esperançoso nos domínios de sua mente
Mas não haverá necessidade de medo.
Toda mão só e esticada treme,
estique a sua e encontre a dele.
Hoje não deve mais haver temor.
Suas mãos não precisam mais desse tremor.
Desesperou-se ao saber que não era mais um verdadeiro amor
ao sentir do abraço das mãos o último calor
Enquanto se rompia esse abraço
não quis mais saber, rasgou toda a esperança e desfez o laço
com pouco que lhe resta; a esperança é seguir
sem temor... sem fingir... sem tremor... sem mentir...
[E como darei novas perspectivas se nem as minhas eu tenho mais?]
(O Matheus Soave de Almeida)
– Entre mim e você; Palavras –

Amei esse! Parabéns!
ResponderExcluirBjus
Interpretei uma traição nesse poema, é isso mesmo?
ResponderExcluirSuas palavras me fazem viajar! rs
bjooos
Alguém que vê de longe um rompimento, alguém que vê como conselheiro, mas que não se envolve, além de ser um grande observador.
ResponderExcluirTraição?!?! Acho que só um relacionamento sem amor... hihihii o.o'
E uma despedida agressiva.