E passo dele como quem ganha
Que não me permito perder
O desafio é eliminar o outro
Ser um campeão!
Competidor nato...
Luto contra minhas dores
Minhas práticas
E meus desejos
Naturalmente perco
Ainda assim venço
Crio o que pode me vencer
Aos poucos o limite fica pra trás
Lutando para me alcançar
Eu já vi que venci
E nem por isso paro de bailar
O baile da vitória
Uma deliciosa vitória
Passei do limite!
Passei
Venci o limite
Ultrapassei
Fiz tudo que se pode
Venci!
Entre a lógica e conseqüências
Eu também vi quem tinha deixado pra trás
O que interessava e o que me fazia ser gente
Me tornei tão superior
Que o limite ainda está longe de me alcançar
Por aqui ainda sigo
Mais só do que nunca
Até que venha o limite...
Até que venha.
O que interessava e o que me fazia ser gente
Me tornei tão superior
Que o limite ainda está longe de me alcançar
Por aqui ainda sigo
Mais só do que nunca
Até que venha o limite...
Até que venha.
[É tudo que ando aprendendo nesse ano perturbado pela minha imposição peculiar, um disfarce contra o medo de não me aceitarem, uma sonora vingança pelos tempos passados e pelas pessoas passadas, uma vingança contada com tantos detalhes que ainda vejo meus erros (aqueles que quis ter), e ainda consigo ver os acertos que aconteceram sem minha vontade.]
– Entre mim e você; Palavras –

Até que enfim! UHAUHAUHAUHUH' Tava demorando hein? Está ficando clichê, mas adorei! (:
ResponderExcluirAh, que isso!
ResponderExcluirClichê é a verdade óbvia... hushaushusahaushuas
O problema é ser repetida. hahahahah
Não é o caso!
Ownnnbrigado!
hsuahsuhusa