domingo, 25 de julho de 2010

Passo o limite


E passo dele como quem ganha
Que não me permito perder
O desafio é eliminar o outro
Ser um campeão!
Competidor nato...

Luto contra minhas dores
Minhas práticas
E meus desejos
Naturalmente perco
Ainda assim venço
Crio o que pode me vencer

Aos poucos o limite fica pra trás
Lutando para me alcançar
Eu já vi que venci
E nem por isso paro de bailar
O baile da vitória
Uma deliciosa vitória


Passei do limite!
Passei
Venci o limite
Ultrapassei
Fiz tudo que se pode
Venci!

Entre a lógica e conseqüências
Eu também vi quem tinha deixado pra trás
O que interessava e o que me fazia ser gente
Me tornei tão superior
Que o limite ainda está longe de me alcançar

Por aqui ainda sigo
Mais só do que nunca


Até que venha o limite...
Até que venha.




[É tudo que ando aprendendo nesse ano perturbado pela minha imposição peculiar, um disfarce contra o medo de não me aceitarem, uma sonora vingança pelos tempos passados e pelas pessoas passadas, uma vingança contada com tantos detalhes que ainda vejo meus erros (aqueles que quis ter), e ainda consigo ver os acertos que aconteceram sem minha vontade.]




– Entre mim e você; Palavras –

2 comentários:

  1. Até que enfim! UHAUHAUHAUHUH' Tava demorando hein? Está ficando clichê, mas adorei! (:

    ResponderExcluir
  2. Ah, que isso!
    Clichê é a verdade óbvia... hushaushusahaushuas
    O problema é ser repetida. hahahahah

    Não é o caso!

    Ownnnbrigado!
    hsuahsuhusa

    ResponderExcluir