Eu disse que nos encontraríamos perdidos em alguma caminhada
Eu disse que te soltaria para ganhar a madrugada
Mas não me lembro de te trocar
Você ainda anda com essa roupa rasgada
Ah, meu bem, não quero te ver passeando desprotegida
Veja que não há só você perdida
Vem pra eu cuidar das feridas
Quando você se jogou sem mim
O mundo perdeu a vida
Minha vida se desprendeu do mundo
Foi sem mim
Sem pensar no que fiz
E não posso mais te ver sair do meu muro
Outra vez não
Machuca minha fala, eu não vou te gritar, estou mudo
Compre roupas novas
Só venha dizer que não sai
Eu te espero no portão
Comigo você está protegida.
[Maneiras diferentes de me acertar sondam os cantos na minha solidão, os mais impróprios pensamentos lamentam por não terem espaço na minha escolha, os mais impróprios pensamentos se perguntam por que não eles, eu me pergunto por que eles estão assim. Maneiras diferentes de me acertar sondam os contos que quero ter, meus grosseiros pensamentos se escondem por defesa. Queria, hoje, poder conhecer meus pensamentos, apertar a mão e abraçar, queria dizer que tenho que ter paciência com eles, com tudo. Eu nasci pra fazer o bem sem que seja o meu? – Não sei, mas me agrada saber que estou fazendo vocês sorrirem.]
– Entre mim e você; Palavras –
sábado, 15 de janeiro de 2011
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