Com as flores morrendo, toda primavera perde a graça
Com flores murchas, toda primavera perde a graça
A insensibilidade no perdão tira toda a graça
Com as flores morrendo, toda primavera perde a graça
Com flores murchas, toda primavera perde a graça
A facilidade de reclamações tira toda a graça
As folhas secas... perde-se a graça da primavera
As folhas sem cor... perde-se a graça da primavera
Tanto faz. Essa é só mais uma estação.
[Se eu te faço pensar que cada espaço garantido é uma conquista, eu estou reduzindo a minha chance de controle, estou te dando controle, posse. A cada vinda esperançosa minha eu não vejo mais sua presença, eu me reapresento a um outro de mim, tão mesquinho quanto eu, me decepciona. Enquanto aqui, eu acho que todos outros estão mais certos que eu. Ele, acha que eu estou errado. E nessa grande diferença não há jogo de empate, eu perco. Não sou tão bom, afinal, meus desejos velhos estão apertados em abraço em mim, podia chegar novos e eu conquistar os velhos. Os novos, se abraçam apertados... Eles hão de chegar. Eles são só mais desejos.]
– Entre mim e você; Palavras –
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
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