A mão que dá o tapa dá o carinho.
A boca que maltrata dá beijo pra sarar.
O coração que machuca dá o perdão.
Mais um retrato meu sem te encontrar
Uma escolha, presa no retrato
Tanto que busquei, hoje nada em vão
Eu há muito me maltrato
Por que não meu perdão?
Eu me perdia em outro mundo
Em todos, outra instância
Você se guardava e muda tudo
Não te vejo na infância
Mais uma hora e outra idéia
Tendo medo, medo leva
Minha paz, paz bandida
Fugiu pra sempre incompreendida
[Meus votos não chegam perto do que meu coração pede pra falar, eu levo mesmo a sério que posso me filtrar e encontrar um herói. Transmitir meu relâmpago de emoções não é tão controlável, confortar minha dor somente meu desejo. Cada ponto, cada vírgula, cada silêncio e cada fuga ditarão minha entrada... Eu me guio pelos passos desordenados, eu passo em desordem no compasso do meu samba. Samba que não me deixa falhar, não me deixa deixar... Não saia de mim.]
– Entre mim e você; Palavras –
domingo, 6 de fevereiro de 2011
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